
Senti como que um empurrão forte e robusto e caí de um precipício interminável e aterrador.
Tinha os olhos presos de maneira a não conseguir fechalos para me acobardar, para fugir do medo que se fazia notar no meu grito milhões de vezes ecoado pelo decorrer do buraco fundo e escuro pelo qual seguia!
Estava a quilómetros, muitos quilómetros de ti, mas mesmo assim via, sentia, sofria ao ver uma faca que te fez um golpe que doía e fazia escorrer sangue, uma faca que me fez um golpe de profunda preocupação e sentimento de culpa que fazia escorrer lágrimas pelo meu rosto.
Sentia-me inutil. O acto de violência repetia-se vezes sem conta. Eu queria correr para ti, mas era em vão... caía pelo precipicio até ao fundo desconhecido...até que acordei e te imaginei a sorrir. Exigi um sinal de que estavas bem, como quando era pequenina e exigia miminhos quando acordava de um pesadelo ou quando tinha medo de abrir os olhos no escuro.
Pedi um abraço e ouvi-te dizer secretamente: Pronto, já passou!
Tinha os olhos presos de maneira a não conseguir fechalos para me acobardar, para fugir do medo que se fazia notar no meu grito milhões de vezes ecoado pelo decorrer do buraco fundo e escuro pelo qual seguia!
Estava a quilómetros, muitos quilómetros de ti, mas mesmo assim via, sentia, sofria ao ver uma faca que te fez um golpe que doía e fazia escorrer sangue, uma faca que me fez um golpe de profunda preocupação e sentimento de culpa que fazia escorrer lágrimas pelo meu rosto.
Sentia-me inutil. O acto de violência repetia-se vezes sem conta. Eu queria correr para ti, mas era em vão... caía pelo precipicio até ao fundo desconhecido...até que acordei e te imaginei a sorrir. Exigi um sinal de que estavas bem, como quando era pequenina e exigia miminhos quando acordava de um pesadelo ou quando tinha medo de abrir os olhos no escuro.
Pedi um abraço e ouvi-te dizer secretamente: Pronto, já passou!
Mwezi
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